Eu quero, eu posso, eu hei de ser autora do meu crescimento pessoal e profissional, ensinando os outros a crescerem comigo.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Aprendendo e ensinando com as TICs Cursistas: Luziene Barros e Fátima Spinelli Atividade extra: Gestão de Tecnologia na Escola - possibilidade de uma prática democrática.
Segundo análises abstraídas do texto “Gestão de tecnologia na escola” percebe-se a importância de um gestor repensar sua atuação numa perspectiva democrática e compartilhada. O gestor deve possibilitar a comunidade escolar uma prática de ensino e educação no sentido mais amplo integrando as ferramentas das TICs na organização de conhecimentos.
Segundo Lück (2001) a importância da tomada de consciência dos gestores para a sua atuação nas mudanças, uma vez que a realidade pode ser mudada a qualquer momento é de suma importância.
Nessa perspectiva Lück ( 2001) enfatiza ainda que o profissional que não domina as tecnologias existentes na escola, nem compreende as possíveis contribuições destas ao seu fazer profissional, tende a rejeitá-las e não as coloca à disposição da comunidade para a construção coletiva de conhecimentos. No entanto infelizmente essa é uma prática que perpassa ainda em muitas instituições por profissionais da educação que se limitam ou rejeitam as mudanças contemporâneas.
A partir dessa visão Kosik, (1976) diz que o homem, para conhecer as coisas em si, deve primeiro transformá-las em coisas para si ”. Então para o autor, muitos gestores de escolas ignoram as mudanças e o uso das TICs nesses espaços porque gerenciam as escolas preocupados com as questões puramente burocráticas, alheios as inovações tecnológicas presente na sociedade e vivenciadas por muitos alunos que as dominam por sinal muito bem.
Então, de acordo com o texto ao analisar as reações, manifestações e percepções expostas por gestores numa situação de formação semipresencial para a inserção das TIC, realizada pelo projeto Formação de Gestores Escolares e Coordenadores para a Gestão de Tecnologias de Informação e Comunicação, realizado pela PUC/SP no ano de 2002, em parceria com o ProInfo-SEED/MEC, UFPA e SEE/PA, Fontes (2004).
Foi observado durante essa formação os seguintes elementos: a importância do trabalho coletivo; a integração das atividades de uso das TIC nas práticas da escola, conforme as diretrizes e prioridades do seu Projeto Político Pedagógico; o incentivo à criação de um fluxo de informações e troca de experiências que favoreça a colaboração entre professores, alunos, pais e comunidade interna e externa à escola e a gestão compartilhada; o acesso a redes de informações para a tomada de decisões; a criação de redes de pessoas que se inter-relacionam, produzem conhecimentos e convivem com as diferenças respeitando-se mutuamente.
Tecnologias na Educação: ensinando a aprendendo com as TICs Cursista: Luziene Lima Barros Atividade Extra: Fichamento - O papel do computador no processo ensino aprendizagem
Segundo o texto de Valente (2002), as facilidades técnicas oferecidas pelos computadores possibilitam a exploração de um leque ilimitado de ações pedagógicas. Para o autor o melhor é quando os conhecimentos técnicos e pedagógicos crescem juntos, simultaneamente, um demandando novas idéias do outro.
Outro aspecto que o autor enfatiza diz respeito à especificidade de cada tecnologia com relação às aplicações pedagógicas. Com relação ao computador, existem diferentes aplicações que podem ser exploradas, dependendo do que está sendo estudado ou dos objetivos que o professor pretende atingir. Essa reflexão crítica cabe ao professor. (VALENTE, 2002). Com isso, a multimídia pode ter um efeito atraente, mas ser vazia do ponto de vista de conteúdos relevantes ao tema.
Para (Valente, 1999a), em algumas situações o computador oferece recursos importantes para a construção de conhecimento, como no caso da programação e da elaboração de multimídias. Mas cabe ao profissional articular esses recursos tecnológicos complementares na construção de novos conhecimentos. Sabe-se que na interação com o mundo, o aprendiz coloca-se diante de situações que devem ser resolvidas sendo necessárias maturidade e conscientização crítica e reflexiva adquirida ao longo da sua vida.
No entanto, o que acontece na educação atualmente é muitas informações traduzidas em técnicas tanto para o professor como para o aluno que aos mesmos optam por programas que auxiliem o processo de informação e conseqüentemente interfere no ensino-aprendizagem. Assim, no caso das TICs, é importante saber o que elas oferecem do ponto de vista pedagógico tanto para o aprendiz como para o aprendente, bem como identificar problemas para serem resolvidos, via computador conectados em redes.
Portanto hoje os computadores em redes disponibilizam um dos mais eficientes recursos para a busca e o acesso à informação, mas cabe aos usuários do ponto de vista de construção de conhecimento estabelecer um parâmetro nas informações abstraídas em redes para não deturpar ou perder o senso crítico nas informações. Essa é uma das maneiras mais interessantes de uso das facilidades de comunicação do computador, constituindo uma das abordagens de educação à distância.
REFERÊNCIAS
VALENTE, J. A. A espiral da aprendizagem e as tecnologias da informação e comunicação: repensando conceitos. In JOLY, M. C. (Ed.) Tecnologia no ensino: implicações para a aprendizagem. São Paulo: Casa do Psicólogo Editora, 2002a, p. 15-37.
________. Análise dos diferentes tipos de softwares usados na educação. In VALENTE, J. A. (Org.) Computadores na sociedade do conhecimento. Campinas: Nied - Unicamp, 1999a – p. 89-110.
Tecnologias na Educação: ensinando a aprendendo com as TICs Cursista: Luziene Lima Barros Atividade 06 - Olhando para uma prática do professor com o uso da tecnologia.
A integração do poder tecnológico no fazer pedagógico nas instituições de ensino tem sido de intenso discurso crítico e de sugestões, visando sempre à integração no ensinar e aprender entre professores e alunos. No entanto sabe-se que, integrar o conhecimento da realidade do aluno ao saber científico e tecnológico não é tarefa fácil. Pensando nisso é válido as formações dos profissionais no uso da tecnologia no seu fazer pedagógico porque os espaços tecnológicos vieram para aguçar cada vez mais a criatividade tanto do aluno quanto do professor e não para ser meros espaços de extensão de ensino tradicional, bancário e padronizado. Por isso essa temática tem sido bastante abordada por pesquisadores e profissionais da área.
O vídeo dá oportunidade de visualizarmos vários momentos da utilização dos recursos tecnológicos em diferentes espaços de ensino e faixas etárias distintas. Assim é importante sabermos que ao nos apropriarmos de quaisquer recursos tecnológicos é pertinente termos em mente o objetivo e a finalidade para cada etapa do processo, bem como, a importância dos mesmos ao utilizarmos. Nessa perspectiva, o vídeo destacou vários momentos:
# Aula expositiva da professora utilizando figuras de livros e revistas.
# O professor utiliza aula teórica e prática fazendo consultas no computador.
# Alunos em duplas compartilhando experiências no computador.
# Uso da TV e DVD como instrumento de aprendizagem na biblioteca.
# Inclusão digital nas distintas faixas etárias.
# Utilização dos livros como instrumento de pesquisa, etc.
# O professor utiliza aula teórica e prática fazendo consultas no computador.
# Alunos em duplas compartilhando experiências no computador.
# Uso da TV e DVD como instrumento de aprendizagem na biblioteca.
# Inclusão digital nas distintas faixas etárias.
# Utilização dos livros como instrumento de pesquisa, etc.
Por isso, hoje em nossa prática pedagógica é necessário conhecer os diferentes tipos de emprego da informática na educação – programação, recursos de áudio e vídeo e elaboração de multimídia, com o objetivo de procurar entender como essas TICs contribuem para a efetiva construção do conhecimento.
Tecnologias na Educação: ensinando a aprendendo com as TICs Cursista: Luziene Lima Barros Atividade 05 – Conhecendo uma experiência Áreas do conhecimento envolvidas: Geografia, História, Língua Portuguesa e Arte. Programa : Quebrando a cabeça com o Brasil - o território brasileiro e a dinâmica regional.
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia, é de extrema importância que todos os alunos saiam do Ensino Fundamental Inicial, com conhecimentos a cerca da linguagem dos mapas, os sistemas de cores e legendas, a localização de seus estados e regiões, os pontos cardeais e a diversidade sócio-cultural das regiões.
A professora elaborou uma aula a cerca dos estados e regiões propondo estratégias e recursos utilizados como aula conceitual e interativa com quebra cabeça, Atlas e Globos. Utilizou ainda o Laboratório de Informática ou sala de vídeo, na apresentação de filme DVD ou reportagem a cerca do território brasileiro e a dinâmica regional.
Nas atividades pedagógicas sugeridas, inicialmente os alunos formaram duplas na sala de aula para que um ajudasse o outro na criação e montagem do quebra-cabeça . É uma aula que pode ser utilizada por alunos com deficiência física e mental, para os alunos que possuem hiperatividade, uma vez que se trata de uma atividade colorida, divertida e instigante.
No segundo momento, na sala de laboratório, formaram-se grupos de quatro (4) a cinco (5) integrantes distribuindo a cada grupo propostas de pesquisas nas regiões selecionadas previamente pelo professor (a), sugerindo de 15 a 20 minutos pesquisas na internet ou livros, temas como: comidas típicas, pontos turísticos, datas comemorativas e danças regionais. Após o tempo proposto cada grupo irá analisar e discutir sua pesquisa promovendo um debate em sala de aula, socializando as informações.
No terceiro momento os grupos apresentarão um mural das macrorregiões brasileiras expondo as informações consideradas mais pertinentes com reportagens e figuras socializando as informações e esclarecendo possíveis dúvidas com o auxilio do professor.
O professor, se preferir, poderá gravar um vídeo em DVD da exposição do mural pelos grupos e apresentá-lo aos alunos na Sala de Vídeo da escola, de forma que todos possam assisti-los.
A avaliação se dará a partir da participação dos alunos nas discussões durante as atividades, na pesquisa, no recorte da reportagem que trate sobre o assunto e na exposição e apresentação dos mesmos no mural a cerca do tema.
É de extrema importância que ao final de cada atividade o professor pergunte aos alunos, especialmente, aos que têm alguma deficiência física ou cognitiva, o que eles acharam da atividade, se foi possível apreender e o que eles aprenderam.
Esta também pode ser uma atividade de auto-avaliação para o professor, pois ao perguntar aos alunos, quais foram suas maiores dificuldades e facilidades encontradas no decorrer da aula será possível perceber o que poderia ter sido trabalhado de maneira mais intensa ou mesmo diferenciado a cerca da temática.
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