Segundo análises abstraídas do texto “Gestão de tecnologia na escola” percebe-se a importância de um gestor repensar sua atuação numa perspectiva democrática e compartilhada. O gestor deve possibilitar a comunidade escolar uma prática de ensino e educação no sentido mais amplo integrando as ferramentas das TICs na organização de conhecimentos.
Segundo Lück (2001) a importância da tomada de consciência dos gestores para a sua atuação nas mudanças, uma vez que a realidade pode ser mudada a qualquer momento é de suma importância.
Nessa perspectiva Lück ( 2001) enfatiza ainda que o profissional que não domina as tecnologias existentes na escola, nem compreende as possíveis contribuições destas ao seu fazer profissional, tende a rejeitá-las e não as coloca à disposição da comunidade para a construção coletiva de conhecimentos. No entanto infelizmente essa é uma prática que perpassa ainda em muitas instituições por profissionais da educação que se limitam ou rejeitam as mudanças contemporâneas.
A partir dessa visão Kosik, (1976) diz que o homem, para conhecer as coisas em si, deve primeiro transformá-las em coisas para si ”. Então para o autor, muitos gestores de escolas ignoram as mudanças e o uso das TICs nesses espaços porque gerenciam as escolas preocupados com as questões puramente burocráticas, alheios as inovações tecnológicas presente na sociedade e vivenciadas por muitos alunos que as dominam por sinal muito bem.
Então, de acordo com o texto ao analisar as reações, manifestações e percepções expostas por gestores numa situação de formação semipresencial para a inserção das TIC, realizada pelo projeto Formação de Gestores Escolares e Coordenadores para a Gestão de Tecnologias de Informação e Comunicação, realizado pela PUC/SP no ano de 2002, em parceria com o ProInfo-SEED/MEC, UFPA e SEE/PA, Fontes (2004).
Foi observado durante essa formação os seguintes elementos: a importância do trabalho coletivo; a integração das atividades de uso das TIC nas práticas da escola, conforme as diretrizes e prioridades do seu Projeto Político Pedagógico; o incentivo à criação de um fluxo de informações e troca de experiências que favoreça a colaboração entre professores, alunos, pais e comunidade interna e externa à escola e a gestão compartilhada; o acesso a redes de informações para a tomada de decisões; a criação de redes de pessoas que se inter-relacionam, produzem conhecimentos e convivem com as diferenças respeitando-se mutuamente.
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